Bíblia amor incondicional

O amor de Deus é mais forte que o pecado. Em Jesus, o pecado é como uma represa destruída pela força do rio de amor de Deus! Jesus levou nossos pecados na cruz, para que o amor de Deus transbordasse sobre nós, por sua graça. Agora, qualquer pessoa pode ser inundado pelo amor de Deus, mesmo sendo o pior dos pecadores. Basta crer. amor-incondicional.pdf Se tens uma Bíblia lê esta passagem de Lucas 15:11-24, a fim de melhor entenderes o que nos propomos compartilhar contigo. Esta história é muito conhecida como a Parábola do Filho Pródigo, mas apesar da história girar em torno deste filho mais novo, e da forma como deixou o seu lar, o seu pai e irmão. O amor perfeito é incondicional. Quem ama incondicionalmente não ama por interesse mas simplesmente ama, sem exigir nada em troca. Jesus ... Versículos de Amor incondicional na Bíblia Amor Incondicional Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16 8 Versículos sobre o amor de Deus - O amor incondicional de Deus. A+ A-Todos precisamos do amor de Deus. Leia estes oito versículos sobre o amor de Deus que a Bíblia traz para que possamos entender o amor Dele por nós. Amor de Deus na Bíblia. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que ... Amor incondicional é aquele que não reivindica nada antes de fazer um favor... Bíblia. Inserida por KLS2 Bíblia Online Amor Incondicional For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whosoever believeth in him should not perish, but have everlasting life.

Liberdade de expressão, opinião pública e conservadorismo.

2020.07.18 13:16 ThorDansLaCroix Liberdade de expressão, opinião pública e conservadorismo.

Muitos movimentos políticos estão surgindo e ganhando atenção, reclamando do que chamam de corrupção dos valores ocidentais, como o cristianismo, o patriarcado, os valores da família, bem como a corrupção do pensamento clássico e moderno, como tambem as tradições artísticas. Eles pedem o direito de liberdade de expressão por sentirem que suas vozes e opiniões são reprimidas pelas políticas dominantes, instituições acadêmicas e mídia, que acusam de serem dominadas pela esquerda, o que interpretam como a imposição dos valores socialistas na sociedade, que costumam chamar de "marxismo pós-modernista". Para eles, tudo faz parte da nova estratégia da esquerda para conquistar a sociedade ocidental, em destruindo-a.
Eles declaram ser racionalistas por usar fatos, lógica e ciência contra as paixões e desejos irracionais de esquerda, e contra a alienação da esquerda ao eles acreditam ser contra a liberdade. Eles são o Think Tank, realizando pesquisas e advocacia em tópicos como política social, estratégia política, economia, forças armadas, tecnologia e cultura com forte orientação ideológica. A maioria dos think tanks são organizações não-governamentais, mas algumas são agências semi-autônomas no governo ou estão associadas a partidos políticos específicos, especialmente milionários e bilionários ou empresas.
Por terem uma forte oposição às principais instituições e partidos e instituições politicas, instituições acadêmicas e políticas sociais, eles atraem muitas pessoas que desejam fortemente lutar contra o status quo, por se sentirem psicologicamente e às vezes socialmente excluídas.
Embora afirmem defender o empirismo e o conhecimento científico, eles se contradizem sendo racionalistas na prática. Eles alegam buscar e apoiar o conhecimento quando, na verdade, são conservadores que defendem a certeza absolutista. A campanha mais forte é pela liberdade de expressão, pela liberdade de opinião, quando na verdade eles são extremamente radicais ao eliminar as opiniões de seus oponentes.
Quando as pessoas têm a liberdade de opinião, e liberdade para expressá-la, elas inevitavelmente formam opiniões diferentes e divergentes. Somente quando as pessoas têm uma paixão comum, suas opiniões, se poderíamos chamar de opinião, serão as mesmas [1]. A verdade é que não é possível formar opinião quando todas as opiniões se tornam iguais; A chamada opinião pública. Ninguém é capaz de formar sua própria opinião sem o benefício da multidão de opiniões de outras pessoas. A opinião pública põe em risco a opinião individual. Por outro lado, a multidão de opiniões é a única coisa que quebra tiranos e tiranias. É por isso que os fundadores dos Estados Unidos equiparam a opinião pública à tirania. A democracia era para eles uma nova forma de nepotismo, então eles estabeleceram uma república no lugar. Foi contra a democracia que os senadores foram originalmente estabelecidos nas repúblicas clássicas, cujo objetivo era proteger a sociedade contra a confusão da multidão. Enquanto o interesse público, na política, pertence ao interesse de um grupo, as opiniões, pelo contrário, nunca pertencem a um grupo mas exclusivamente a indivíduos. Multidão nunca será capaz de formar uma opinião [2].
As opiniões aumentam sempre que as pessoas se comunicam transquilamente e livremente umas com as outras com a segurança de tornar públicas suas opiniões. Mas “a razão do homem, como o próprio homem, é tímida e cautelosa quando deixada sozinha, e adquire firmeza e confiança quando proporcional ao número ao qual está associada” [3]. Como as opiniões são formadas e testemunham durante a troca contra a opinião de outras pessoas, suas diferenças podem ser mediadas apenas através de um corpo de homens escolhidos para esse fim; Eles são originalmente os senadores, o meio pelo qual toda a opinião pública deve passar. Sem essa mediação, para transmiti-los, eles se cristalizaram em uma variedade de sentimentos de massa conflitantes sob a pressão dos anseios, esperando por um "homem forte" para moldá-los em uma "opinião pública" unânime, matando entao todas as opiniões. Ao contrário da razão e das opiniões humanas, o poder humano não é apenas cauteloso e tímido quando deixado sozinho, mas completamente inexistente; Nenhum rei e tiranos têm poder sem que as pessoas os obedeçam. Todo apoio na política é obediência a uma opinião pública; assim como também revoluções.
Os demagogos estão sempre falando sobre liberdade individual, opinião livre e liberdade de expressão contra o que eles acusam de ser a tirania que bloqueia a liberdade individual, mas sua luta exige poder humano, o apoio de uma multidão que carrega uma opinião pública e nunca opiniões individuais. Embora afirmem lutar pela liberdade, é mais provável que estejam lutando pela tirania de um homem ou instituições fortes, o que garantirá a permanência absoluta e imponente de seus valores, contra a ameaça de opiniões livres. Eles alegam apoiar debates e opiniões livres quando lutam contra isso com a dialética erística, como uma tentativa de confundir e cansar mentalmente seus oponentes e encerrar qualquer debate e diálogo reais e, assim, matando a arena política.
Seu forte conservadorismo absolutista reflete uma busca ansiosa interna de estabelecimento de um porto seguro, que eles sentem falta em si. O que eles afirmam lutar - o socialismo, o marxismo pós-modernista, a ideologia da igualdade, etc - parece ser uma projeção de sua agonia interna contra as mudanças na sociedade, por se sentirem à parte, não pertencerem, deixados para trás, à procura de algo que represente permanência e eternidade, que eles racionalizam como sendo as tradições sociais clássicas e modernistas do patriarcado, estado mínimo, negócios capitalistas com sua cultura de chefes e empregados e a chamada democracia.
É interessante notar que grande parte de seus membros são pessoas que se sentem emocionalmente isoladas, especialmente homens, culpando mulheres e movimentos de mulheres por serem contra eles, associando mulheres ao caos social contra a tradição patriarcal [4]. Pensadores conservadores do Think Tank racionalizam e interpreta mal as obras clássicas da era matriarcal da Grécia e a Bíblia, que, ao contrário de suas interpretações racionalistas, denuncia a tentativa dos homens de controlar a natureza como fonte do caos. As mudanças são um fenômeno natural para a simbiose da natureza e da vida, e a tentativa de impedir mudancas por algo permanente é o que cria o caos. É por isso que Thomas Jefferson era contra uma constituição absolutista, permanente e uma república eterna. Ele achava que as revoluções eram necessárias e importantes para a liberdade. A constituição permanente e imutável era, para ele, um poder tirânico que proíbe a geração futura de ter liberdade de opinião e recriar uma fundação de acordo com as mudanças que elas experimentam na sociedade, assim como foi para a geração dos fundadores Americanos [5].
O estabelecimento absolutista e eterno de uma ordem social, contra o que os atuais conservadores condenam em criar o caos na sociedade, reflete um vazio emocional que eles desejam preencher. Muitos desses homens reclamam que não cresceram com uma figura paterna, acreditando ser a causa de sua insegurança emocional em relação à vida, racionalizando o problema como a falta de uma ordem social patriarcal que separa as famílias, segundo eles. Parece que eles nunca aprenderam que a maioria das crianças, desde a modernidade, cresceu sem uma figura paterna, mesmo, e principalmente, durante os tempos mais conservadores da tradição patriarcal e familiar, porque o pai teve que passar o dia todo fora de casa para trabalhar e sustentar à família sozinho, que eram mais do que apenas oito horas de trabalho por dia e que normalmente incluíam os fins de semana. O que deu às crianças confiança emocional foi a presença e o amor constantes da mãe em casa. Essa expressão constante de amor durante os afazeres cotidianos e o cuidado, o cuidado de suas crias e o relacionamento íntimo - o que não importa se vier da mãe, do pai ou dos pais adotivos - criam na criança um porto emocional seguro de auto confiança, o amor incondicional que receberam e perceberam, o que levarão pelo resto de suas vidas [6]. Sem ter um porto seguro em si mesmo, ao qual a pessoa sempre possa retornar quando se sentir incerta sobre si mesma, o indivíduo se torna inseguro por não acreditar em o amor incondicional por si mesma seja possível. Eles se sentirão emocionalmente indigentes, tentando encontrar um porto seguro nos outros, através de seu relacionamento romântico, fraterno e até político, como no líder que promete a ordem social absolutista, de uma família tradicional e de tradições patriarcais, com a esperança de que isso garanta a eles uma oportunidade melhor de encontrar um porto onde possam atracar e se sentir seguros da incerteza do mar da realidade que está em constante movimento.
As relações são utilitárias, mas as relações saudáveis ​​são as relações em simbiose, onde o indivíduo trabalha e age na vida por confiar que, onde quer que eles naveguem, eles terão um porto seguro em si mesmos; Porque toda tomada de decisão e ação é uma tomada de risco na imprevisibilidade da vida. Essa confiança e dedicação em suas atitudes e trabalho na vida geram experiências e habilidades que firmam uma confiança mais forte em seu poder de atuação individual, que se reflete em seu trabalho e atitude ao longo da vida como provedor de confiabilidade, moldando sua personalidade e identidade como um porto atraente para os outros. Sem essa confiança no “eu”, o que resta é ansiedade e frustração, por se sentir incapaz de desenvolver um porto atraente por meio de suas ações individuais, que forma sua auto narrativa que é formadora da identidade. A fim de proteger o “eu” do ódio a si próprio, o indivíduo tenderá a projetá tal odio para o mundo externo, em algo que escolhera como simbolismo do mau, de seu caos interno, para ser combatido e destruído como simbolismo da destruição de seus conflitos internos. Muitas pessoas, por outro lado, buscam ajuda profissional, mas não buscam realmente entender e conhecer a si mesmas. Elas buscam certezas para se protegerem de suas inseguranças. O que eles querem é se encaixar na sociedade, e a ajuda mais popular que eles encontrarão é focada nisso, não em realmente melhorar a si mesmas através da compreensão, mas sim de fingir e reprimir seus sentimentos. Muitos dos livros e gurus de auto-ajuda são altamente ideológicos, apresentando às pessoas mitologia sobre patriarcado, “marxismo pós-modernista” e todo tipo de desculpas políticas para incitar a projeção de ódio e, portanto, a opinião pública em apoio à sua agenda ideológica e lider.
É por isso que a família é importante, a comunidade é importante, as instituições são importantes, todas elas são um porto seguro para nós, mas isso não significa necessariamente que elas nunca devem mudar. Eles precisam mudar para acompanhar a simbiose da realidade que está em constante movimento. Estamos sempre à procura de um porto seguro. Quando não pudermos encontrar em nós mesmos, em nosso próprio mundo, tentaremos encontrar no mundo externo e, assim, tentar forçar algo que represente artificialmente tal porto, acreditando que, ao introduzir um suposto absolutismo e permanência superaremos a insegurança em nós, a incerteza nos riscos de agir na vida, por acreditar ter superado a imprevisibilidade de nossas decisões após a flecha de nossas ações são lançadas. Mas essa permanência absolutista só pode ser estabelecida com o apoio tirânico de uma opinião pública, moldada pelo poder de um homem forte; Um herói ou a figura paterna, que cristaliza os sentimentos de massa conflitantes sob a pressão dos anseios, e sobre os quais as narrativas clássicas dos heróis gregos nos alertam contra [7].
Sem perceber, esses conservadores são, antes de mais nada, fortemente romancistas.

Fonte: http://www.marciofaustino.com/blog---portugues/liberdade-de-expressao-opiniao-publica-e-conservadorismo
​[1] J. E. Cooker. The Federalist (1787). New York: Wesleyan University Press (1983)
[2] ARENDT, H. On Revolution. London: Faber & Faber, 2016.
[4] PETERSON. J. Maps of Meaning: The Architecture of Belief. Routledge: first edition (1999)
[5] T. JEFFERSON; S. K.l. PADOVER. The Completly Jefferson, New York: Distributed by Duell, Sloan & Pearce, Inc. (1943)
[6] WINNICOTT, D.W. The Child, The Family, and The Outside World. Cambridge: Perseus Publishing, 1964
[7] RANK, O. Psychology and The Soul. Mansfield Center, CT : Martino Publishing, 2011.
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2020.07.18 13:14 ThorDansLaCroix Liberdade de expressão, opinião pública e conservadorismo.

Muitos movimentos políticos estão surgindo e ganhando atenção, reclamando do que chamam de corrupção dos valores ocidentais, como o cristianismo, o patriarcado, os valores da família, bem como a corrupção do pensamento clássico e moderno, como tambem as tradições artísticas. Eles pedem o direito de liberdade de expressão por sentirem que suas vozes e opiniões são reprimidas pelas políticas dominantes, instituições acadêmicas e mídia, que acusam de serem dominadas pela esquerda, o que interpretam como a imposição dos valores socialistas na sociedade, que costumam chamar de "marxismo pós-modernista". Para eles, tudo faz parte da nova estratégia da esquerda para conquistar a sociedade ocidental, em destruindo-a.
Eles declaram ser racionalistas por usar fatos, lógica e ciência contra as paixões e desejos irracionais de esquerda, e contra a alienação da esquerda ao eles acreditam ser contra a liberdade. Eles são o Think Tank, realizando pesquisas e advocacia em tópicos como política social, estratégia política, economia, forças armadas, tecnologia e cultura com forte orientação ideológica. A maioria dos think tanks são organizações não-governamentais, mas algumas são agências semi-autônomas no governo ou estão associadas a partidos políticos específicos, especialmente milionários e bilionários ou empresas.
Por terem uma forte oposição às principais instituições e partidos e instituições politicas, instituições acadêmicas e políticas sociais, eles atraem muitas pessoas que desejam fortemente lutar contra o status quo, por se sentirem psicologicamente e às vezes socialmente excluídas.
Embora afirmem defender o empirismo e o conhecimento científico, eles se contradizem sendo racionalistas na prática. Eles alegam buscar e apoiar o conhecimento quando, na verdade, são conservadores que defendem a certeza absolutista. A campanha mais forte é pela liberdade de expressão, pela liberdade de opinião, quando na verdade eles são extremamente radicais ao eliminar as opiniões de seus oponentes.
Quando as pessoas têm a liberdade de opinião, e liberdade para expressá-la, elas inevitavelmente formam opiniões diferentes e divergentes. Somente quando as pessoas têm uma paixão comum, suas opiniões, se poderíamos chamar de opinião, serão as mesmas [1]. A verdade é que não é possível formar opinião quando todas as opiniões se tornam iguais; A chamada opinião pública. Ninguém é capaz de formar sua própria opinião sem o benefício da multidão de opiniões de outras pessoas. A opinião pública põe em risco a opinião individual. Por outro lado, a multidão de opiniões é a única coisa que quebra tiranos e tiranias. É por isso que os fundadores dos Estados Unidos equiparam a opinião pública à tirania. A democracia era para eles uma nova forma de nepotismo, então eles estabeleceram uma república no lugar. Foi contra a democracia que os senadores foram originalmente estabelecidos nas repúblicas clássicas, cujo objetivo era proteger a sociedade contra a confusão da multidão. Enquanto o interesse público, na política, pertence ao interesse de um grupo, as opiniões, pelo contrário, nunca pertencem a um grupo mas exclusivamente a indivíduos. Multidão nunca será capaz de formar uma opinião [2].
As opiniões aumentam sempre que as pessoas se comunicam transquilamente e livremente umas com as outras com a segurança de tornar públicas suas opiniões. Mas “a razão do homem, como o próprio homem, é tímida e cautelosa quando deixada sozinha, e adquire firmeza e confiança quando proporcional ao número ao qual está associada” [3]. Como as opiniões são formadas e testemunham durante a troca contra a opinião de outras pessoas, suas diferenças podem ser mediadas apenas através de um corpo de homens escolhidos para esse fim; Eles são originalmente os senadores, o meio pelo qual toda a opinião pública deve passar. Sem essa mediação, para transmiti-los, eles se cristalizaram em uma variedade de sentimentos de massa conflitantes sob a pressão dos anseios, esperando por um "homem forte" para moldá-los em uma "opinião pública" unânime, matando entao todas as opiniões. Ao contrário da razão e das opiniões humanas, o poder humano não é apenas cauteloso e tímido quando deixado sozinho, mas completamente inexistente; Nenhum rei e tiranos têm poder sem que as pessoas os obedeçam. Todo apoio na política é obediência a uma opinião pública; assim como também revoluções.
Os demagogos estão sempre falando sobre liberdade individual, opinião livre e liberdade de expressão contra o que eles acusam de ser a tirania que bloqueia a liberdade individual, mas sua luta exige poder humano, o apoio de uma multidão que carrega uma opinião pública e nunca opiniões individuais. Embora afirmem lutar pela liberdade, é mais provável que estejam lutando pela tirania de um homem ou instituições fortes, o que garantirá a permanência absoluta e imponente de seus valores, contra a ameaça de opiniões livres. Eles alegam apoiar debates e opiniões livres quando lutam contra isso com a dialética erística, como uma tentativa de confundir e cansar mentalmente seus oponentes e encerrar qualquer debate e diálogo reais e, assim, matando a arena política.
Seu forte conservadorismo absolutista reflete uma busca ansiosa interna de estabelecimento de um porto seguro, que eles sentem falta em si. O que eles afirmam lutar - o socialismo, o marxismo pós-modernista, a ideologia da igualdade, etc - parece ser uma projeção de sua agonia interna contra as mudanças na sociedade, por se sentirem à parte, não pertencerem, deixados para trás, à procura de algo que represente permanência e eternidade, que eles racionalizam como sendo as tradições sociais clássicas e modernistas do patriarcado, estado mínimo, negócios capitalistas com sua cultura de chefes e empregados e a chamada democracia.
É interessante notar que grande parte de seus membros são pessoas que se sentem emocionalmente isoladas, especialmente homens, culpando mulheres e movimentos de mulheres por serem contra eles, associando mulheres ao caos social contra a tradição patriarcal [4]. Pensadores conservadores do Think Tank racionalizam e interpreta mal as obras clássicas da era matriarcal da Grécia e a Bíblia, que, ao contrário de suas interpretações racionalistas, denuncia a tentativa dos homens de controlar a natureza como fonte do caos. As mudanças são um fenômeno natural para a simbiose da natureza e da vida, e a tentativa de impedir mudancas por algo permanente é o que cria o caos. É por isso que Thomas Jefferson era contra uma constituição absolutista, permanente e uma república eterna. Ele achava que as revoluções eram necessárias e importantes para a liberdade. A constituição permanente e imutável era, para ele, um poder tirânico que proíbe a geração futura de ter liberdade de opinião e recriar uma fundação de acordo com as mudanças que elas experimentam na sociedade, assim como foi para a geração dos fundadores Americanos [5].
O estabelecimento absolutista e eterno de uma ordem social, contra o que os atuais conservadores condenam em criar o caos na sociedade, reflete um vazio emocional que eles desejam preencher. Muitos desses homens reclamam que não cresceram com uma figura paterna, acreditando ser a causa de sua insegurança emocional em relação à vida, racionalizando o problema como a falta de uma ordem social patriarcal que separa as famílias, segundo eles. Parece que eles nunca aprenderam que a maioria das crianças, desde a modernidade, cresceu sem uma figura paterna, mesmo, e principalmente, durante os tempos mais conservadores da tradição patriarcal e familiar, porque o pai teve que passar o dia todo fora de casa para trabalhar e sustentar à família sozinho, que eram mais do que apenas oito horas de trabalho por dia e que normalmente incluíam os fins de semana. O que deu às crianças confiança emocional foi a presença e o amor constantes da mãe em casa. Essa expressão constante de amor durante os afazeres cotidianos e o cuidado, o cuidado de suas crias e o relacionamento íntimo - o que não importa se vier da mãe, do pai ou dos pais adotivos - criam na criança um porto emocional seguro de auto confiança, o amor incondicional que receberam e perceberam, o que levarão pelo resto de suas vidas [6]. Sem ter um porto seguro em si mesmo, ao qual a pessoa sempre possa retornar quando se sentir incerta sobre si mesma, o indivíduo se torna inseguro por não acreditar em o amor incondicional por si mesma seja possível. Eles se sentirão emocionalmente indigentes, tentando encontrar um porto seguro nos outros, através de seu relacionamento romântico, fraterno e até político, como no líder que promete a ordem social absolutista, de uma família tradicional e de tradições patriarcais, com a esperança de que isso garanta a eles uma oportunidade melhor de encontrar um porto onde possam atracar e se sentir seguros da incerteza do mar da realidade que está em constante movimento.
As relações são utilitárias, mas as relações saudáveis ​​são as relações em simbiose, onde o indivíduo trabalha e age na vida por confiar que, onde quer que eles naveguem, eles terão um porto seguro em si mesmos; Porque toda tomada de decisão e ação é uma tomada de risco na imprevisibilidade da vida. Essa confiança e dedicação em suas atitudes e trabalho na vida geram experiências e habilidades que firmam uma confiança mais forte em seu poder de atuação individual, que se reflete em seu trabalho e atitude ao longo da vida como provedor de confiabilidade, moldando sua personalidade e identidade como um porto atraente para os outros. Sem essa confiança no “eu”, o que resta é ansiedade e frustração, por se sentir incapaz de desenvolver um porto atraente por meio de suas ações individuais, que forma sua auto narrativa que é formadora da identidade. A fim de proteger o “eu” do ódio a si próprio, o indivíduo tenderá a projetá tal odio para o mundo externo, em algo que escolhera como simbolismo do mau, de seu caos interno, para ser combatido e destruído como simbolismo da destruição de seus conflitos internos. Muitas pessoas, por outro lado, buscam ajuda profissional, mas não buscam realmente entender e conhecer a si mesmas. Elas buscam certezas para se protegerem de suas inseguranças. O que eles querem é se encaixar na sociedade, e a ajuda mais popular que eles encontrarão é focada nisso, não em realmente melhorar a si mesmas através da compreensão, mas sim de fingir e reprimir seus sentimentos. Muitos dos livros e gurus de auto-ajuda são altamente ideológicos, apresentando às pessoas mitologia sobre patriarcado, “marxismo pós-modernista” e todo tipo de desculpas políticas para incitar a projeção de ódio e, portanto, a opinião pública em apoio à sua agenda ideológica e lider.
É por isso que a família é importante, a comunidade é importante, as instituições são importantes, todas elas são um porto seguro para nós, mas isso não significa necessariamente que elas nunca devem mudar. Eles precisam mudar para acompanhar a simbiose da realidade que está em constante movimento. Estamos sempre à procura de um porto seguro. Quando não pudermos encontrar em nós mesmos, em nosso próprio mundo, tentaremos encontrar no mundo externo e, assim, tentar forçar algo que represente artificialmente tal porto, acreditando que, ao introduzir um suposto absolutismo e permanência superaremos a insegurança em nós, a incerteza nos riscos de agir na vida, por acreditar ter superado a imprevisibilidade de nossas decisões após a flecha de nossas ações são lançadas. Mas essa permanência absolutista só pode ser estabelecida com o apoio tirânico de uma opinião pública, moldada pelo poder de um homem forte; Um herói ou a figura paterna, que cristaliza os sentimentos de massa conflitantes sob a pressão dos anseios, e sobre os quais as narrativas clássicas dos heróis gregos nos alertam contra [7].
Sem perceber, esses conservadores são, antes de mais nada, fortemente romancistas.

Fonte: http://www.marciofaustino.com/blog---portugues/liberdade-de-expressao-opiniao-publica-e-conservadorismo
​[1] J. E. Cooker. The Federalist (1787). New York: Wesleyan University Press (1983)
[2] ARENDT, H. On Revolution. London: Faber & Faber, 2016.
[4] PETERSON. J. Maps of Meaning: The Architecture of Belief. Routledge: first edition (1999)
[5] T. JEFFERSON; S. K.l. PADOVER. The Completly Jefferson, New York: Distributed by Duell, Sloan & Pearce, Inc. (1943)
[6] WINNICOTT, D.W. The Child, The Family, and The Outside World. Cambridge: Perseus Publishing, 1964
[7] RANK, O. Psychology and The Soul. Mansfield Center, CT : Martino Publishing, 2011.
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2020.05.29 16:43 mateusonego Não aguento mais me arrepender

Bom dia, povo! Espero que estejam sobrevivendo aí, e bem.

TL;DR: Ateu mal-acostumado, ainda projeto o julgamento de Deus em todas as áreas e pessoas, e não suporto mais sentir culpa nem arrependimentos - o único futuro que vejo é me isolando e vivendo sozinho, sem interagir nem construir nada com mais ninguém, o que rouba todo o sentido da vida humana. Não sei mais o que fazer comigo.

Bom não tenho certeza do que eu pretendo com isso, mas eu honestamente não faço mais ideia de que direção tomar, e senti que pôr tudo pra fora pode elucidar alguma coisa. Peço desculpas desde já pela bíblia abaixo (quem ler vai rir da escolha de palavras) mas eu não sei identificar limites e necessidades ¯\_(ツ)_/¯ prefiro dar mais detalhes do que devo.
Enfim, já faz alguns anos que eu tenho depressão. Sempre fui uma pessoa muito ansiosa, a ponto de precisar me consultar a respeito algumas vezes enquanto criança. Me parece que a coisa toda começou principalmente depois que meu pai faleceu (doença cardiovascular - eu tinha 5 anos).
Eu não passava o meu dia com meu núcleo familiar (minha mãe sempre trabalhou, eu sempre fiquei com uma tia até pelo menos os 12), então ficava o dia todo na TV e quando chegava em casa a noite ia direto pro computador. Eu sou negro (sempre sozinho em espaços brancos, só bem mais tarde eu ia entender o que isso significava e começar a perceber as consequências), sempre fui mlk de prédio (cohab - de bem favorecida minha família não tem nada, mas graças a Deus nunca passamos fome), e minha mãe não percebeu o quanto eu me fechava conforme o tempo passava. Passei minha infância inteira brincando literalmente sozinho, fazendo todos os papeis etc rs e nem sei dizer o quão rápido me acostumei a passar o tempo integralmente dentro da minha própria cabeça.
Porque eu não entendi muito bem a morte do meu pai, e por conta de como eram as coisas na minha família (minha tia era paranoica, meu tio era um absoluto escroto em todas as áreas, minhas primas eram frustradas e descontavam um pouco em mim - nada demais, minha família sempre foi bastante amorosa, na verdade, não posso reclamar disso -), e por conta de eu passar uns 25% do meu tempo com minha mãe no máximo, que quando tava comigo tava cobrando sobre a escola etc, papo padrão de mãe ausente (não culpo ela em nada, minha mãe sempre foi esforçada pra cacete e lutou muito pra subir aos poucos na vida, sempre se fez o mais presente possível e demonstrou amor incondicional, sempre deixou claro que me ama não importa a merda que eu faça - mas o fato é, ela sempre me cobrou muito das coisas, não exatamente da forma mais inteligente), minha terapeuta disse que meu cérebro me responsabiliza de alguma forma pela ausência do meu pai (como se eu tivesse cometido algum erro, e por ISSO ele tivesse saído da minha vida), e hoje entendemos que meu cérebro associou toda essa mistureba como: "não posso errar, nunca, preciso ser capaz de cuidar das minhas responsabilidades, se não os outros não vão querer saber de mim, e eu ainda posso prejudicar eles, pôr o esforço deles a perder, então eu nunca posso fazer nada que não seja a melhor e mais perfeita coisa que eu poderia ter feito no momento".
Soma-se a isso o fato de minha família ser aquelas tradicionais evangélicas neo-petencostais, e toda minha insegurança foi armada e munida: eu sempre levei a coisa a sério, me esforcei para viver de acordo com filosofias ou de acordo com as conclusões que eu chegasse, achava que era questão de vida ou morte (ser salvo ou ir pro inferno) que eu ponderasse muito sobre minhas escolhas e fosse compromissado - só assim eu verdadeiramente estaria fazendo a vontade de Deus, só ignorando o mundo e as tendências e me reservando a ficar sempre na contra mão.
Eu nunca me senti bem, feliz ou satisfeito. O estado mais positivo que eu já consegui alcançar foi "conformado", mas mesmo enquanto amparado pela fé, eu não via muito sentido nas coisas, não conseguia enxergar propósito que não fosse Deus, e a forma de lidar com esse propósito - combatendo o mundo, pra convencê-lo a se salvar - me frustrava. Mas a coisa tomou outro patamar quando, depois de uns anos levando a sério a religião, eu me dei conta que não cria em mais nada. Aí, a depressão que se mascarava como descontentamento se assumiu de verdade, e só então eu reparei há quanto tempo eu andava desejando morrer mas não admitia para mim mesmo. Foi só quando eu parei de encarar o suicídio como um pecado, que eu passei a reconhecer com quanta intensidade eu sempre flertei com ele. Isso faz uns 10 anos, e de lá pra cá, a vontade de abandonar tudo só cresceu - e hoje eu sinto que isso é especialmente pq eu passei o papel de "Deus" pras outras pessoas, ou pra sociedade: cada ação minha está sendo pesada por alguém - ou será pesada por cada pessoa que passar pela minha vida - e meus acertos determinarão meu valor enquanto pessoa.
Nunca tive problemas para ter amigos, mas sempre me senti bastante deslocado (negro e cristão, né, nunca me sentia completamente pertencente). Sempre fui inseguro e sem malícia demais pra ter atitude para ter um relacionamento, e como eu era cristão e tem toda a parada de sexo etc, enfim, eu fui demorar para ter meu primeiro relacionamento, que eu abri mão pq não dava conta de quão mal eu me sentia, do quanto eu me cobrava ou me culpava por tudo, do quanto de ciúmes que eu sentia, etc.
A vida passou, eu deixei de ser cristão, comecei a entender melhor a sociedade, comecei a fumar maconha, fumei muita maconha, e no meu 3º relacionamento minha namorada percebeu que tinha coisas dentro de mim com as quais eu não sabia como lidar, e me convenceu a fazer terapia, por mim, e por nós. Eu comecei a fazer. entendi muitas das coisas que mencionei aqui, tivemos anos de muita alegria, fomos morar juntos, eu seguia com a terapia e tomando remédios etc, até que... fomos nos afastando... e eventualmente terminamos. Na época eu não sabia direito identificar o que tinha acontecido. Hoje, eu acho que fumávamos demais, eu em especial, e não estava me esforçando de verdade para estar com os outros e fazer coisas novas, eu só queria saber de fumar, tava afstando ela da família dela, enfim... provavelmente acabei entregando um relacionamento tóxico pra ela, ou até abusivo.
Eu moro sozinho há uns 2 anos e meio agora. Sigo fazendo terapia e tomando remédios (só 10 por dia). Continuo fumando maconha, pq é a única coisa que alivia o dia-a-dia, tentando reduzir bem (hoje fumo 1/3 do que fumava no começo do ano, por ex - mas ainda fumo um pouco todos os dias, e minha psiquiatra sabe). Eu sei que isso já detonou minha noção de tempo, realidade, felicidade, vida, etc... Estou ansioso num nível que, de tanto mexer o meu calcanhar, eu literalmente to com problemas pra descer escadas ou ladeiras, sei lá, meu músculo buga e começa a tremer.
Eu tive um relacionamento no fim do ano passado, mas invadi todos os espaços dela sem a menor paciência, cobrava atenção que não fazia sentido pro que tínhamos, enfim, creio que projetei uma "continuação" do meu último relacionamento, não soube identificar como recomeçar a conhecer e ficar com alguém.
Nos últimos meses minha mente abriu muito pra muita coisa, e eu deixei de me culpar de muita coisa. Entendi algumas das minhas limitações, e que eu poderia escolher a vida que eu queria levar, dia após dia, eu posso escolher como levar meus dias. Eu trabalho, pago minhas contas, tenho um relacionamento ok com minha família, não devo nada a ninguém. Entendi por ex que eu provavelmente não tinha machucado minha última companheira, mas eu sem dúvidas frustrei muito a ela e a mim, e absolutamente gratuito.
Enfim. To há mais de um ano sem conseguir dormir 5h seguidas (serião), e aí pow, quarentena, não tenho o que fazer além de pensar na vida. Antigamente eu via muitos filmes e séries, ouvia música o dia inteiro etc, ultimamente SÓ consigo ver animes (não sei se pq os episódios são curtos, por conta da variedade, se é pq eu sou uma eterna criança, se é pq eu acho mais fácil refletir em cima das problemáticas...). Não aguento mais sonhar com o passado, não aguento mais sentir saudades das pessoas que passaram pela minha vida (especialmente minha noiva), não aguento mais não ter perspectiva nem vontade de futuro. Faz alguns meses já que eu tenho certeza absoluta que só estou vivo ainda pela minha família. Eu não queria, não tenho força nem ânimo pra sonhar com nada que eu queira pra mim, ou com nada que eu acredite que possa alcançar. Eu sinto que nenhum esforço pra ser feliz ou chegar em lugar nenhum nunca vai compensar as tristezas, as dores, e acima de tudo, os arrependimentos. Por mim, posso dizer isso sem medo algum, eu já tinha ido embora há alguns meses. Tenho até umas receitas naturais salvas pro dia que a coragem chegar (mas ela nunca vai chegar, eu nunca faria isso com minha mãe e meu irmão)
O que me mata são os arrependimentos. Eu demorei, mas entendi que tem muita gente pelo mundo, e que as pessoas vem e vão mesmo, isso é inevitável, e não precisa ser negativo. Eu não tenho "medo" de nunca encontrar ninguém, por exemplo. Mas meus sentimentos de culpa são TÃO fortes que eu nunca mais quero arriscar sentir isso por ninguém. Nunca mais quero sentir que decepcionei alguém, e tb não quero me frustrar. Eu sou honesto demais (acho que deu pra perceber), e embora leia MUITO as pessoas, nunca aprendi a lidar com o ritmo do mundo ou com a relação que as pessoas tem com a própria vida - esse ano me dei conta que continuo absurdamente religioso com a vida, to tendo que desconstruir pra entender como não encarar cada segundo como uma responsabilidade de tomar a decisão certa. Mas ainda dói demais pensar que eu machuquei as pessoas, e me dar conta que eu perdi oportunidades e pessoas por ser burro e egocêntrico. Ainda encaro os acontecimentos como decisivos, ou "destino". E decidi esse ano que ia me concentrar em mim, juntar uma grana, melhorar um pouco de vida e tal - mas quarentena, e aí no meio dela eu vi o quanto eu ainda me sinto dependente da validação dos outros (é um pouco de carência tb sim, mas é realmente uma necessidade de validação absurda), e que precisava aprender a superar.
Mas os dias passam, e minha cabeça não muda: to sozinho pq fiz muita merda, pq fui ansioso e egoísta, sou estranho e introvertido demais pra me relacionar com amigos ou parceiras de qualquer grau, e, como sei que preciso ficar vivo, pelo menos até minha mãe morrer, a única estratégia que eu vejo é se eu me fechar pra todo mundo e aprender a me aceitar sozinho. E eu realmente não posso dar brechas pra ninguém participar da minha vida, pq as preocupações me consomem, e eu sinto o arrependimento antes mesmo de fazer qualquer coisa.
Bom, é isso. Se você chegou aqui, parabéns. Recomendo agora um Neil Gaiman, um C. S. Lewis, ou pq não um Marx né. Como eu disse, não sei onde eu quero chegar. Acho que só precisava pôr pra fora. Por favor fiquem mais que à vontade pra comentarem qualquer merda, não to esperando ajuda nem forças, nem compreensão na verdade, mas eu sei que vcs vão me entender (talvez eu esteja procurando perdão, ou redenção?). Se alguém tiver passado por qualqueeeeeer coisa parecida, tamos aí para conversar.
Mas é isso amiguinhos, não se deixem acumular culpas, nós raramente temos, o mundo é difícil e cruel e cada favelado é um universo em crise. Sempre erraremos e sempre teremos de dar um jeito de levantar no dia seguinte. Cabe a cada um escolher como e com quem quer fazer isso. Boa sorte pra nós, pois Brasil. Muito amor, paz e saúde.
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